Organizadora e autora – Isabel Parolin com Danielle Barriquelo; Gustavo Dória; Lia Salvador; Tiago Amorim e Vicente Ascêncio Ferreira
Uma espécie de coma ...
Como em um coma induzido, a vida de muitos alunos está a espera de um milagre para se desenrolar. Ocorre que esta vida suspensa não impede a passagem do tempo, o sofrimento de quem está relacionado à questão e tampouco facilita a inclusão desses alunos no tempo e no espaço reais, aqueles que encontram ao saírem do coma.
Quando não se sabe claramente o que fazer e não se pode deixar de fazer algo, muitas vezes, o maior equívoco é se fazer de conta que algo foi feito. E essa é justamente a pior escolha, pois mais grave do que ser excluído é consolidar a dolorosa ilusão de que se é incluído.
É o que relata esta obra elaborada através das lentes multifacetadas daqueles que não conseguiram deixar de procurar o caminho mais adequado para que a inclusão social, de fato, ocorresse do ponto de vista da apropriação dos conhecimentos necessários para a inserção nas relações societárias.
Nossas crianças não podem mais esperar! A Inclusão Escolar em foco é um trabalho desenvolvido pelos profissionais que acompanham essas histórias (por Sandra Bozza)
reeditado pela pulso editorial
Diante da nova sociedade, fez-se necessário a reformulação dos papéis formadores da família e da escola. O entendimento do processo de aprender e de ensinar, frente à sociedade do conhecimento, da informação e da aprendizagem exige uma escola que atenda ao perfil social vigente, sem perder o compromisso de preparar cidadãos instrumentalizados para viver e conviver de forma competente e feliz.
As famílias, nesse contexto histórico, investem em movimentos na busca de garantir a sua sobrevivência e de melhorar sua formação profissional, transferindo para a escola o papel de educar seus filhos e de prepará-los para essa sociedade. As relações afetivas são intransferíveis!
Os professores, muitas vezes perdidos diante desse novo contexto, tem tido de repensar o desempenho do seu papel profissional. Portanto, rever suas formas de ensinar para atenderem ao compromisso social, sem deixar de ser escola, tem sido uma premente necessidade dos educadores. Tanto a família quanto a escola necessitam retomar seus conceitos, desvendar seus mitos, rever suas práticas, reavaliar suas crenças e reconstruir suas práxis.
Como psicopedagogia disparo essas reflexões com o objetivo de melhorar, tanto no âmbito da família, como no da escola, as ações educativas para a construção do sujeito-aprendiz.
Publicação Italiana do Livro "Aprendendo a Incluir e Incluindo para Aprender",-"Imparare a Includere", organizado por Isabel Parolin.
Artigo: APRENDER E ENSINAR/FAMÍLIA E ESCOLA - Uma Inclusão necessária.
Editora Vozes
organizado por Marcio Gomes
Esse livro
não é vendido, faz parte de um projeto especial da editora Positivo. Ele é presente para os professores.
Organizado pela psicopedagoga Isabel Parolin, este livro é a síntese de um trabalho psicopedagógico institucional realizado para o grupo Positivo. Ele não é vendido, é doado aos professores da rede pública e das escolas conveniadas ao grupo Positivo.
“Tendo por foco a formação continuada dos professores de nossas escolas e acreditando que esse caminho também é contínuo e infinito, fizemos esta obra. Ela contribui para a reflexão de todos aqueles que estão preocupados não somente com o que ensinar aos seus alunos, mas por que e como ensinar cada vez mais e melhor; em ensinar com sentido e com significado; em ensinar porque é necessário fazê-lo com a consciência e a responsabilidade de quem está lidando com vidas; em ensinar melhor para que os alunos sejam, antes de tudo, pessoas cada vez melhores.“ (Oriovisto Guimarães, 2009 Diretor-presidente do grupo Positivo)
Por que ler essa obra?
Porque acreditamos que é possível fazer melhor no que se refere à APRENDIZAGEM e ao ensino da LEITURA e da MATEMÁTICA. Prefaciado pelo competente prof. Celso Vasconcellos, o livro tem como sub-título TRÊS OLHARES SOBRE ENSINAR E APRENDER evoca reflexões necessárias e imprescindíveis em todas as escolas do país. Mais do que isso, para avançar nessa questão não basta conhecer os conteúdos de cada área do conhecimento. É preciso saber como tratá-los e, principalmente, como mediá-los com competência. Por isso a obra não se limita denunciar o que falta. Ao contrário, de uma forma simples e didática, são elencadas possibilidades de abordagens práticas e que foram testadas nas mais diferentes situações de aprendizagem.
Com a forma de perguntas e respostas os autores, didaticamente, expressam suas opiniões, corajosas, na defesa de nossas crianças e adolescentes, e com as quais em meus 35 anos de medicina como psiquiatra de crianças e adolescentes e como professor da Faculdade de Medicina da PUC-RS, concordo integralmente.
José Outeiral
O mundo contemporâneo está fabricando pessoas diferentes e comprimidos mais potentes para mantê-las "iguais". Diante da quantidade de informações e da rapidez com que elas circulam na mídia, todos chegam a conclusões diagnósticas, mesmo sem terem estudado para isso, e todos se deixam seduzir pela possibilidade quase mágica de ver seus problemas resolvidos por uma pílula.
Laura Monte Serrat Barbosa
Com um texto de leitura agradável, Isabel Parolin faz contribuições significativas para a educação de crianças e jovens com autoridade e com afeto. Educadora bastante conceituada no país, reúne neste livro algumas questões muito debatidas por pais e educadores no que se refere ao comportamento de crianças e jovens. Aborda questões que se referem a todas as faixas etárias, como limites na educação de crianças bem pequenas, atitudes dos pais frente a tarefas escolares, modismos juvenis (piercing, roupas, programas), questões de violência, de gênero e de sexualidade.
Pais e mães, principalmente nas grandes cidades, saem cedo para trabalhar, voltam tarde e ainda com trabalho para fazer, fora os afazeres de casa. Os professores dão aulas em várias escolas e para turmas muito grandes, reclamando também do tempo que lhes falta para melhor atender os alunos.Se o tempo para conversar, cuidar, orientar os filhos e alunos é pequeno, como aproveitá-lo melhor? Isabel Parolin constrói um texto interessante sobre o tema, mesclando humor, sensibilidade e sua vasta experiência como professora, psicopedagoga, mãe e avó. Mostra, sobretudo, que não é a falta de tempo o problema mais sério, mas a falta de autoridade dos adultos e do bom uso dessa autoridade que os leva a serem demasiadamente rígidos ou permissivos, desperdiçando um tempo valioso para a educação das crianças e jovens.
Esta obra com dez historietas reais sobre o erro em educação, sobre o erro do aluno e do professor.
Como o erro é trabalhado na escola? Qual é e que significado deveria ter?
Como torná-lo um aliado da educação? Dez histórias para docentes, cada um sendo especialista numa área de conhecimento educacional, cada qual com sua análise sobre os depoimentos.
Em parceria com:
- Ana Ruth Starepravo
- Ariane Cosme
- Julio Furtado
- Laura Monte Serrat Barbosa
- Luca Rischbieter
- Marco Ferraz
- Max Haetinger
- Rui Trindade
- Sandra Bozza
Livro organizado pela Associação de Psicopedagogia sessão Paraná.
A autora apresentou o livro, participou com um texto sobre Inclusão Escolar e em parceria com Laura Barbosa escreveu o texto de encerramento do livro.
Em pareceria com Julio C Furtado, Sandra Bozza, Marco Ferraz, Luca Rischbieter, Max Haetinger.
Como organizadora, reuniu 18 autores com excelência na prática do trabalho de Inclusão.
Capítulo: Adolescência nossa de cada dia